Friday, December 02, 2011














Uma explicação rápida do passo-a-passo (em inglês) aqui
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A quick tutorial here

Saturday, August 13, 2011

O sol já está entrando pela janela faz alguns minutos. O alarme está tocando há mais tempo.

Ele senta na cama, os pés tocando o chão frio. Desliga o despertador bem devagar, como se desarmasse uma bomba. Ele na verdade sabe que hoje não será um dia bom.
Ele estará disperso. Então ele pratica seu primeiro ato do dia com a máxima atenção pra tentar focar.

Mas ele se perde quando vê o jornal embolado em cima da cadeira em frente a escrivaninha. Na pagina virada pra ele se lê alguma notícias sobre uma multi-nacional que fechou em 3 países por causa da crise. A maior desde a de 29 dizem.
Mas não teve outra dessa também uns dois anos atrás?

Pela janela um outdoor gigantesco de uma mulher de biquini vermelho segurando uma... cerveja. "Quer dizer, eu acho que é cerveja... não consigo tirar os olhos dela pra conferir."

Ele olha desanimado pras contas a pagar em cima da escrivaninha. É, hoje cada pequeno detalhe ruim vai capturar sua atenção e te manter desconcentrado.

Ele olha pro espelho, pensando na instabilidade de tudo e a única coisa que passa pela sua cabeça é "Por que eu simplesmente não desisto de tudo?"

Ele continua encarando seu reflexo esperando uma resposta.

No banho escuta Wasting Light, cerca de 3 músicas e ele sente as premonições positivas. "Okay, é disso que eu precisava" respira aliviado por ter conseguido escapar das "garras da realidade" pra viver aquele dia no "mundo das possibilidades". Ele pensa assim.

Com um "sorriso das possibilidades" ainda restante em seu rosto, ele vai até o armário e coloca uma coca-cola na geladeira.

Ele agora vai pro ônibus. Está atrasado pro trabalho.

Uma mulher linda está sentada próxima a ele.
Ele olha pra ele e ela está olhando com um sorriso leve pra uma janela acima da cabeça dele.
Ele, por outro lado a olha fixamente.

Ele pensa: olha pra mim, olha pra mim

Ela continua olhando sempre há 3/4 dele em todas as direções.
Ele continua focado, como se estivesse fazendo um esforço mental: olha pra mim, caramba, olha pra mim!

Ela não olha.

"meu Deus, ele está olhando pra tudo em volta de mim, menos pra mim. É preciso um verdadeiro esforço e disciplina pra olhar absolutamente tudo à sua volta exceto uma pessoa à sua frente."

Agora no trabalho. Pilhas de papel à sua frente. O dia vai ser longo.

Sentado já à mesa, encara agora a página inicial do youtube. Ele é um exímio praticante da arte de pensar consigo mesmo.
"Vai trabalhar! Vai trabalhar! Pra que? Quer dizer, tudo está indo pro buraco mesmo. Nada é estável... eu é que devo ser fraco demais... quer dizer, existem pessoas com dinheiro, existem pessoas felizes. Por que eu não consigo?? o que eu tô fazendo errado? O qu eue tô deixando de fazer?
Trabalhar!
"Ocupar a mente e a vida."


É noite e ele está indo embora.


Ele para no drive thru do Habib's. De longe ele vê a atendente bonita de sempre, meio gordinha, mas alguém que ele acredita que gostaria dele.

"Nem tão bonita pra me ignorar, nem tão feia pra eu enjoar."

Os carros da frente estão lerdos e atrás dele está o único carro da fila com o farol alto.


Chega sua vez na cabine.
Ele quer parecer confiante.
Alguém com quem ela pode contar. "Você está nesse trabalho sem rumo? Não se preocupe! Eu estou aqui!" é o que passa pela sua cabeça.

Ele sorri galantemente pra ela, que devolve um sorriso mecânico patrocinado pelo Habib's

"Aposto que ao vir trabalhar ela precisa colocar o avental vermelho, o chapéu amarelo e o sorriso."

"se ela chega um dia sem esse sorriso o gerente deve ser do tipo que diz: ´que cara é essa? esqueceu o sorriso em casa? e então ele vai até o fundo do restaurante e retorna com um sorriso novo em folha pra ela usar aquele dia. Mas é só por aquele dia e ela precisa devolver aquele par de sorrisos sem nenhum dano ao final do expediente."

Desanimado ele está se dirigindo pra nova cabine, a de pegar a comida.

De longe ele percebe que a atendente de lá é nova. É a vez dele de parar e pegar seu pedido.

"Caramba, ela é nova aqui. Que gracinha!"

"Eu lembro de um curso que fiz em São Paulo e meu pai me disse: Lá ninguém te conhece, então ninguém vai esperar que você seja como é aqui. Então seja o que você quer ser. Aproveite!"

"Ela nunca me viu. Vou ser o que eu quero ser. Confiante. Uma rocha."

A atendente mais linda do mundo, vestindo o uniforme que deixaria Angelia Jolie broxante, o veste como se vestisse uma... uma marca de roupa cara. Seus tênis all-star rasgados parecem louboutin em seus pés.

"Oi, querido", ela diz com um sorriso real. Ele frequentava o drive-thru do Habib's o suficiente pra saber que aquele sorriso eles não tinham em estoque.

"1 pizza de calabresa e queijo?"

"Isso", ele diz em tom mais grave e com certeza achando que a conquistará com sua cara de "rocha" e sua voz penetrante.

Ela diz, no tom mais agradável que uma voz pode assumir: "Você pode aguardar ao lado por favor? A pizza demora uns minutinhos."

"Claro" responde dessa vez usando duas sílabas. Uma sílaba a mais de um tom apaixonante que "ela com certeza não resistirá".

"Chama ela pra sair" Agora na vaga 3 metros à frente da cabine de entregas, seu carro estacionado tocando "Needle in the hay"

"Your hand on his arm, the hay stack charm around your neck
strung out and thin"

Ele cantarolando. Adora essa música. Adora Elliott Smith.

Olhando pelo retrovisor ele a vê conversando com o motorista do carro anterior. E mentalmente ele sorri pra si mesmo. "Ha, não é o mesmo jeito que ela me tratou. Aí tem coisa. Vou chamá-la pra gente tomar sorvete."
"needle in the hay
needle in the hay
needle in the hay
needle in the hay"
Que música boa


Pelo retrovisor ela o vê chamando com o dedo. Que adorável. "É a minha chance".

Ele abre a porta e sai de seu Ford Ka 2009, com sua camisa xadrez e uma camiseta branca por baixo como se saísse de uma Ferrari vernelha vestindo armani.

A passos confiantes ele cruza aqueles 3 metros como se fossem uma estrada deserta empoeirada.

E não tem mais ninguém ali. Ele espreme os olhos, com aquela cara que Clint Eastwood patenteou. Clint Eastwood espremia os olhos porque tinha terra e poeira voando no velho-oeste. Não tem poeira no estacionamento do Habib's.

"Oi", voltando pras monossílabas graves, ele a cumprimenta.

"Oi, meu bem! Escuta, desculpa fazer você vir aqui! O pessoal tá todo ocupado! Aqui sua pizza"

"Obrigado, meu anjo" Ele responde. Uau! 7 sílabas. Tom grave. Que chance essa garota tem de resistir??

Ele pega a pizza e ela dá uma risadinha. "Ganhei!"

Ele vai colocar a pizza no carro porque, como todos sabem, ninguém parece sexy chamando alguém pra sair segurando uma caixa de papelão.

Mas os 3 metros da cabine até o carro são o suficiente pra ele interpretar aquela risadinha como uma gargalhada zombeteira contida. "Ela tava te zuando! ´meu anjo?´por que você disse meu anjo??´

Ele completa os 3 metros até seu carro, e entra como se dirigisse um Ford Ka 2009 e vestisse uma camisa xadrez com camiseta branca por baixo.

Ele está em casa, abrindo a pizza e a cheirando. Ele sorri. Esqueceu tudo sobre a vadia do Habib's. Hoje tem episódio novo de Breaking Bad! "Careca, com câncer e ainda assim foda!!"

"Não sei prque eu foco na minha aparência, é questão de atitude mesmo!!"

Colocando ketchup na pizza, 3 cubos de gelo num copo. Tira a coca-zero da geladeira e a forma com que ele despeja no copo é como se fosse em uma propaganda! Só falta as gotículas de água escorrendo pelo copo.

Pizza no colo, copo de coca na mesa ao lado e Breaking Bad na tv. O que mais um homem quer dessa vida?

Naqueles 40 minutos ele é a pessoa mais feliz do mundo. Enquanto assiste ele retorna aos acontecimentos do dia
"Não sei porque essas besteiras me abalam. Eu sou feliz!"

Enchendo a boca de pizza e e olhos arregalados não acreditando no que Walter White vai fazer. "Ele não pode mandar matar o assistente do laboratório! Todo mundo adora o Gabe"

Acabou Breaking Bad. Acabou a pizza e a coca.

Ele desliga a TV e é hora de colocar uns relatórios em dia. Ele olha a pilha de papéis em cima de sua mesa da sala.

O pensamento "pilhas de papéis" recorrente em sua mente o faz pensar se esse não deveria ser nome da empresa em que trabalhava

"Ainda são 22:30. Eu vou jogar um pouco de Fieldrunners pra desestressar do dia... depois tomo um banho e faço isso"


"Caramba, estou péssimo hoje em Fieldrunners. Acho que preciso cercar a saída ao invés da entrada!"


O tempo passa rápido. Já são meia noite, o sono começa a chegar. Ele se levanta num salto, uma tática que ele criou pra acordar.

Mas seus passos não se animam pelo salto e o levam pro trabalho na sala. Olha praquela pilha de cerca de 10 cm de altura.

Ele encara por uns segundos e de repente se toca. "Não olhei meus e-mails hoje" E ele corre pro computador como se estivesse esperando algo urgente. Ele não está.

Nada de novo. Volta pra mesa.

De pé, afunda o rosto nas mãos. "De que adianta? Os EUA em crise e eu trabalho pra uma multinacional. Tudo isso vai é acabar mesmo... eu devia fazer algo que tem futuro. O que tem futuro? O que é estável?"

Mais uma vez seus pensamentos o imobilizam de fazer qualquer coisa.

Ele fica parado por mais uns 20 segundos. De cabeça baixa, olha sua barriga e reclama um "Meu Deus" baixo. Ele pensa nas doenças cardíacas associadas à gordura na região da cintura. Seus olhos se enchem d'água e ele se recrimina se sentindo uma bicha. Uma bicha gorda ainda por cima.

"I want a perfect body... I want a perfect soul" Invade sua cabeça como se morasse por lá.
"Pensamentos viados"

Ele desiste. Entra no chuveiro, toma um banho de 20 minutos escutando Foo Fighters na intenção de resgatar qualquer empolgação presa.

Sai do banho e vai direto pro quarto.

Paralisado pelos pensamentos, não atingiu nada.

Parabéns pelo seu dia de loser. É difícil chegar aqui!
"Amanhã tem mais"

Thursday, August 11, 2011


Essa é uma hq curtinha que tô brincando no Draw Bitch!!
Eu posto uma página por dia, exceto finais de semana!
Comecei ontem e tô colocando aqui as páginas 1 e 2!

There's also in english at Draw Bitch!! A new page everyday! (except weekends)

Saturday, July 30, 2011

Gosto muito dessa história, com o roteiro do Ray Nayler! Essa é a única parte colorida da revista!

Saturday, July 16, 2011


O roteiro dessa hq é do Jason Winn (bem legal!!). A arte é toda minha e as letras são do Shawn Depasquale!

Monday, July 04, 2011

Aqui eu tentei fazer uma arte-final mais solta, toda com pincel.
Não usei caneta dessa vez nem pros detalhes. Eu meio que gostei, mas eu não sei se eu conseguiria usar numa página de hq com vários quadros.

Eu quis tentar com pincel porque gosto muito da arte-final do Skottie Young!
O deviantart dele tem várias coisas legais assim!

Saturday, June 18, 2011



O blog Draw Bitch!! tem me ajudado pra caramba!
Postar todo dia é um exercício bom!

Aqui dois desenhos que postei nos últimos dias.

Wednesday, June 01, 2011

As vezes é difícil postar imagens aqui. Essa conta no blogspot é tão antiga que nem tem a opção de adicionar título aos posts (a não ser postando por e-mail, mas aí também já tive uns problemas).

Mas eu tô sempre postando na minha página do Deviantart
E continuo postando todo dia no Draw Bitch! também.

Monday, May 23, 2011

Novo Blog!!!

Faz tempo que não coloco desenhos aqui...
Eu atualizo com mais frequência o Deviantart (http://bbrunoliveira.deviantart.com)

E agora tô com esse blog: www.drawbitch.blogspot.com

Lá vou postar esboços e exercícios, todo dia um diferente!

Saturday, March 12, 2011


Aqui a capa pronta. Não tive tempo de fazer tudo que eu queria, principalmente na superfície da Lua. As crateras eu fiz com uma imagem separada. Fiz a cratera num arquivo separado no Photoshop, depois copiei e colei sobre a capa. Em outro layer, em modo "Overlay", coloquei a cratera em perspectiva e pronto!

Monday, March 07, 2011



Essa é uma capa que tô fazendo pro Josh Hammonds!


1-Ele queria uma capa com um personagem dele astronauta segurando uma arma (esqueci o nome e o modelo) na Lua. O espaço ao fundo e, se coubesse, um outro astronauta sangrando no espaço -dando a entender, claro, que o primeiro meteu bala no segundo. Ele não queria uma capa estilo "heói" (aquele esquema do cano enorme em primeiro plano e ao fundo tudo acontecendo). Ele pediu uma composição limpa e equilibrada. Essa foi a foto que ele mandou pra eu tirar como exemplo pro traje.


2-Direto na tablet fiz um esboço rápido já colocando minha intenção de cor. Usei as complementares porque achei que o contraste delas funcionava bem com um desenho "parado". Eu expliquei quando enviei esse esboço que entendo os capacetes serem enormes e criarem uma proporção estranha quando a gente vê um astronauta completamente vestido. Ficam parecendo anões. Mas eu pedi pra fazer os Astronautas numa proporção mais interessante e menos realista. Ele aceitou sem problemas, então diminuí os capacetes.


3- Meu scanner deu um problema quando eu tinha terminado o lápis, então tirei foto com o celular pra poder mandar. Nessa versão a lua tá mais arredondada. Eu mudei isso na arte-final, pensando que não fazia o menor sentido a gente poder enxergar a curvatura da Lua! Na arte-final eu me arrependi um pouco disso, porque era uma das coisas que dava profundidade num desenho sem cenário.


4- Aqui a versão finalizada a nanquim. Usei caneta nanquim técnica 0.1 e pincel pêlo-de-marta vermelha (Tigre). O nanquim é o Acrilex. Não sei se dá pra ver na versão do esboço colorido, mas eu tinha feito uma luz leve saindo de trás do astronauta (a idéia era que fosse o brilho do sol de longe atrás da Lua.) Mas eu não gostava da luz amarela saindo de trás do amarelo da Lua (ia dar a sensação de que, por algum motivo, só aquela parte onde o Astronauta tá pisando na lua está brilhando.). Então no esboço coloquei um azul bem escuro. Eu ainda queria algo que separasse melhor o Astronauta do fundo escuro do espaço, então na hora de finalizar, eu dei umas pinceladas mais secas em volta dele (que infelizmente não ficaram tão legais quanto no original, porque na hora de deixar o desenho só preto pra colorização-sem tons de cinza-eu perdi muita coisa). Usei as pinceladas mais secas também no sangue do personagem ao fundo. Eu tinha feito no esboço o "líquido" do sangue se espalhando... mas depois pensei que em gravidade zero e sem pressão atmosférica, as partículas do estado líquido iriam se espalhar de um jeito mais caótico e menos organizado.


5- Eu fiquei mais de um dia pra resolver a cor base. Eu comecei usando as cores que eu tinha feito no esboço, mas não funcionou! Só as complementares roxo-amarelo não funcionou legal. Achei que era melhor usar uma tríade já que eu ia acabar tendo que usar vermelho pro sangue. Fui experimentando com cores mais quentes porque a "agitação" que eu queria não vinha só de quaisquer complementares.

Eu ainda tô trabalhando na renderização e assim que terminar posto aqui!


Na teoria a gente entende muito bem que o que se aprende quando criança, o que marca; carrega pra sempre.
É fácil compreender que uma criança que sofreu muito vai trazer aquilo na personalidade.

Mas acho que passa batido a questão do interesse e do gosto. Da mesma forma que se carrega tudo isso, acho que tudo que gostava quando criança, ainda gosto. As coisas que eu "decidi" quando criança, com tanta convicção de que me seria dado muito fácil, eu ainda fico feliz de ter resolvido na época.

É como se minha versão de 7 ou até 10 anos de idade soubesse exatamente o que eu vou querer daqui 10 anos, ou mais 20.
A cabeça tá menos carregada de tudo que ainda vou aprender, então com 7 anos de idade, tudo que eu sei, é o que eu quero! E quero muito! Independente de família, conceitos religiosos, crenças.
Quando é criança, não se considera dificuldades de vestibular, mercado de trabalho. "Quero ser jogador de futebol". E se perguntar "por que" pra uma criança, a resposta vai ser frustrante pra quem é curioso: "porque sim".

Ultimamente ando trabalhando muito, então sempre penso em como desenhar as coisas. O "estilo".

Ontem achei uma revista que mostra desenhos de desenhistas famosos quando criança. Muito interessante ver que o mais marcante nesses desenhos, eles ainda mantém como adulto.

Não são desenhos deles com 3 anos. Mas com uns 10 e alguns com 12. Dizem que estilo é quando você consegue desenhar com facilidade qualquer coisa. Algo como sua interpretação do mundo.

É difícil saber como interpretar o mundo quando tem tanta coisa no meio do caminho que atrapalha chegar nisso.
Mas quando se é criança, sua cabeça é vazia (na maioria dos casos, no bom sentido). Então tem muito empenho em se desenhar, muita vontade. Sinceramente nem lembro se eu tinha borracha quando era moleque. Desenhos de criança não tem correções e nem dúvidas mentais sobre proporção, perspectiva, luz e sombra, etc.

Tem sido tão bom desenhar... e quando canso de usar o lápis, pegar o pincel e o nanquim, mesmo sem o desenho estar pronto e ir finalizando. Cansar e voltar pro lápis, ir pra outra página.
Então ir pro computador e brincar com as cores.

Sempre que empaquei num desenho, consultei as revistas do Roger Cruz, Ivan Reis, Eddy Barrows. Na maioria das vezes eu até consigo lembrar qual edição cada um fez determinada coisa que vá me ajudar.

Fiquei pensando que deve ser muito mais fácil consultar eu mesmo com 8 anos de idade do que alguém que eu gosto. =)