Wednesday, May 27, 2009

Tuesday, May 12, 2009


Esse é o mascote que criei para a logo do restaurante Amaretto, daqui de Uberlândia.

Foi bem divertido fazer esse trabalho e achei o resultado legal.
Eles usaram essa versão preto e branco, mas fiz uma versão colorida, posto aqui depois.

Wednesday, April 08, 2009

Eu sempre falo do tempo que estudei na Quanta.
Entrei lá em Março de 2004 e fiquei até Agosto de 2005 ( se não me falha completamente a memória).

Logo que entrei, eu me achava o fodão. Eu achava que desenhava demais!!

De cara, vi que a maioria do pessoal não só era muito mais humilde e gente boa que eu, mas desenhava muito!!!

Um desses era o Bruno Okada. Ele o Klayton Luz sempre sentavam um do ladod o outro (logo atrás de mim). Os "canhotos" da sala eram os melhores desenhistas que eu já tinha visto desenhar ao vivo.

Eu sempre tive vontade de conseguir fazer um desenho e, a pessoa que olhar, sentir algo.
O Bruno é assim. Ele desenhava com uma inocência, uma facilidade que eu sabia que só morrendo e nascendo de novo pra eu conseguir desenhar igual.

Alguns anos depois, o cara veio falar comigo no msn e pedi um site ou um blog pra eu poder ver como andava.
Ele mandou isso aqui: http://www.brunookada.com/

O desenho dele tá mais maduro (o que obviamente, prova que ele também) e continua com a mesma beleza e sensibildiade de antes. Com a difeença que agora, a sensação de quando olho o desenho dele, é algo extremamente confortável. Até carinhoso.

Eu torço muito pra esse cara produzir milhões de livros infantis com essas ilustrações magníficas.

Valeu, Brunão! Foi um prazer estudar com você, cara!

Tuesday, March 17, 2009



Esse é um filme chamado Zeitgeist.
A gente sempre lê, assiste, tenta estudar, compreender.
Sem querer, as vezes nos apegamos a um ensinamento, religião, partido político, programa de TV ou qualquer outra coisa que simplesmente nos foi colocado (e não desenvolvido por nós, ou com nossa participação).

Nos apegamos por acharmos que estamos seguros.
Nos apegamos a um amigo.
Uma bela idéia.
Uma idéia de conspiração.

E é claro que tudo isso passa. Se apegar, é distrair a cabeça de qualquer coisa qeu não seja você mesmo e suas relações com tudo.

Muitos de nós vvão assistir este filme e vê-lo como mais uma coisa a se agarrar. A se prender e passar a carregar como uma nova forma de pensamento.

Ao contário, que esse filme (e tudo mais que a gente ler, assistir e "aprender") seja só uma pequena parte de um todo que forma a maneira como pensamos e agimos. Uma pequena parte (tão pequena) que deva ser pedaço de uma grande parte chama vivência, sobrevivência e observação.

É vivendo, experimentando, bebendo, cheirando, comendo que somos capazes de realmente entender como tudo funciona.
Tudo não passa de uma grande distração pra que sejamos espectadores não só do que assistimos, mas do que vivemos.

Tuesday, February 10, 2009

Thursday, August 14, 2008


A gente é um tnatão de gente, né?
Num determinado dia, se estamos confiantes, vemos tudo com uma certa facilidade, nada que se compare às nossas habilidades de vivência e então logo nos cercamos de fatos e opiniões saídos do forno que usaremos como guia pra lidarmos com quaisquer assuntos.

Noutro dia estamos acabados. Sem motivo aparente. E aí as resoluções de ontem não são tão brilhantes. Não são mais fatos concretos. Não são opiniões realmente verdadeiras. Apenas decisões baseadas num momentinho de cofniança. Sendo assim, nesse dia que nos sentimos derrubados, criamos novas resoluções: Não vou mais confiar tanto em mim. É preciso analisar tudo com mais cuidado. E aí, antes que se queira, pronto: Novas resoluções foram criadas.

É um círculo até que uma nova percepção surja: É preciso lidar com cada coisa separadamente, com o mínimo de interferência de experiências passadas. Ou não? Aí já é outra resolução?

Besteirada.

Essa é uma das páginas da HQ que tô fazendo pra Arcana. É a página 11.
Eu acho legal o quanto um material pode ter diferença. Um lápis 2B e um 4B por exemplo. É vergonhoso admitir isso, mas quando entrei na Quanta, eu desenhava com esses lápis e eu não via diferença. Era ridículo porque eu ouvia os caras: Pô, eu prefiro tal lápis, porque nesse papel, dá tal resultado.
E pra não ficar de fora eu também: Ahh, tal lápis é muito melhor no canson.
Todo mundo concoda com você se você fala com empolgação, hahaha

Eu estudei com uma turma fudida!! Com um povo que desenhava pra cacete!! Klayton Luz, Léo Augusto, Wilson Oliveira. Era intimidante tá na sala com esses caras. E eu nunca escondi minha empolgação. O Klayton desenha "como o demônio" (citações de Octavio Cariello referente a um artista de qualidade extremamente superior). Ele desenhava rápido, um desenho solto. A aula inteira. Eu pulava no pescoço do cara, querendo sugar tudo que ele sabia. Que lápis ele usava, o papel. O que ele pensava quando desenhava.

Tempinho baum =)

Abraço